Com “Swalla” no Top 50 da Billboard, Jason Derulo está rodando os Estados Unidos em turnê. Há shows marcados até setembro, passando também pelo Reino Unido e pela Espanha. Mas ele quer mesmo é incluir o Brasil na rota. Em entrevista telefônica, o cantor americano expressou seu carinho pelo país – que ele conheceu em 2014, quando desfrutava do sucesso da música “Wiggle”.

Passados três anos, ele já lançou um álbum de inéditas – “Everything Is 4” em 2015 –, uma compilação de sucessos – “Platinum Hits” em 2016 – e aumentou a coleção de hits com “Want to Want Me”. No momento, se dedica a emplacar “Swalla”, que é uma parceria com Nicki Minaj e Ty Dolla $ign, e já entrou no Top 10 do Reino Unido, da Austrália, da Alemanha, da Nova Zelândia e da Suécia. A letra é politicamente incorreta sobre sexo oral, mas ele desconversa quando o assunto é esse. Confira!

Você já veio ao Brasil há alguns anos. Tem alguma chance de voltar?
Claro, cara! Espero que ainda neste ano. Estou em turnê atualmente, então espero voltar ao Brasil muito em breve.

Que lembranças você tem daqui?
As mulheres mais bonitas do planeta! Comida maravilhosa (risos). E os shows foram demais também. Muito divertidos.

Algum crush brasileiro?
(risos) Não exatamente. Fiquei apaixonado por todas, todas as mulheres.

Eu vi uma foto sua com a cantora brasileira Ludmilla, tirada nos bastidores de seu show no Rio de Janeiro. Você conhece um pouco de música brasileira?
Não muito, cara. Eu gostaria de aprender mais.

Ok. Vamos falar de “Swalla”. O single completou sete semanas na Billboard Hot 100. Está satisfeito?
Satisfeito? Não. Eu acho que as pessoas ainda estão conhecendo a música. Acredito que ela ainda está construindo sua trajetória, não “está feito” ainda, sabe? Quando eu sentir que sim, aí estarei satisfeito.

O que surgiu primeiro – a música ou a vontade de trabalhar com Nicki Minaj e Ty Dolla $ign?
A música surgiu primeiro. Veio a ideia, o processo criativo, foi acontecendo… bem organicamente. Eu não acredito no que não acontece naturalmente.

“Swalla” é muito explícita sobre sexo oral. O que te inspirou a falar disso?
“Swalla” é sobre o que você pensar que ela é. Não tem uma interpretação definida, não é exatamente sobre sexo oral. Eu queria apenas escrever uma música divertida, que tivesse uma pegada ousada, e é exatamente isso que ela é: muito ousada.

Qual será o próximo passo: um single ou um álbum?
Estou pensando nisso neste momento. Não sei exatamente o que será, mas vou ter material inédito muito em breve. Estou trabalhando nele.

Podemos esperar por mais participações?
Sim! Claro! Gosto de fazer músicas assim.

Já pode adiantar alguns nomes?
Não, ainda não. (risos)

E as redes sociais? Como você lida com os haters?
Ah… Eu apenas vivo minha vida e tento não dar muita atenção para essas coisas. Se vejo algo, penso em deixar para lá e seguir adiante. Tem um lado muito positivo em não ser tão viciado em tecnologia.

Qual é o pior lado da fama para você?
Fama? Não tenho muita certeza sobre o que falar sobre fama. Eu conheço as pessoas que apreciam minha música e o que eu faço, e isso é muito legal, mas não posso dizer que ligo muito para fama. Tento ver apenas o lado positivo disso. Acho que tenho sorte quando ponho na balança a combinação de coisas boas e más.

E qual seu maior sonho na carreira?
Definitivamente, continuar fazendo música e me apresentando ao redor do mundo. Acho que é um presente incrível poder viajar e conhecer as pessoas que gostam do que eu faço.

Para terminar, pode deixar uma mensagem para os fãs brasileiros?
Brasil, estarei aí muito em breve! Aprecio muito o apoio de vocês ao longo dos anos, e já está na hora de voltar! Passou tempo demais!

 

Créditos: Portal Pop